Mariana Otero

(1963)



Participação nos filmes

  • A Assembleia
  • A Assembleia
  • A Assembleia

A Assembleia

L'Assemblée (França 2017). Com Mariana Otero. Em cores/99’. Classificação etária Livre .

Sinopse

Sinopse

Em 31 de março de 2016, na Praça da República em Paris, nasce o movimento Nuit debout. Durante mais de três meses, pessoas de todos os horizontes experimentaram a invenção de uma nova forma de democracia. Como falar juntos sem falar de uma só voz?
  • A Céu Aberto
  • A Céu Aberto
  • A Céu Aberto

A Céu Aberto

À Ciel Ouvert (Bélgica, França 2013). De Mariana Otero. Em cores/112’.

Sinopse

Sinopse

Alysson observa seu corpo com estranhamento. Evanne se sacode e gira até ficar tonta e cair. Amina não consegue fazer com que as palavras saiam de sua boca. Na fronteira franco-belga, há um lugar que se dedica a cuidar de crianças com problemas mentais e sociais. Dia após dia, os adultos tentam entender o enigma que cada um deles representa e propõem soluções que irão ajudá-los a viver melhor. Através dessas historias, A céu aberto nos revela sua singular forma de ver o mundo.
  • Em nossas mãos
  • Em nossas mãos
  • Em nossas mãos
  • Em nossas mãos

Em nossas mãos

Entre nos mains (França 2010). De Mariana Otero. Em cores/88’.

Sinopse

Sinopse

Diante da falência da sua empresa de roupas íntimas, os empregados tentam reassumi-la como uma cooperativa. Surgem então, entre sutiãs e calcinhas, questões fundamentais, econômicas e sociais. Nesta aventura coletiva eles descobrem uma nova liberdade.

  • História de um Segredo
  • História de um Segredo
  • História de um Segredo
  • História de um Segredo

História de um Segredo

Histoire d'un secret (França 2002). De Mariana Otero. Em cores/91’.

Sinopse

Sinopse

"Quando tinha quatro anos e meio a minha mãe desapareceu. A minha família disse-me, a mim e à minha irmã, que ela tinha ido para França trabalhar. Um ano e meio mais tarde, a minha avó disse-nos que tinha morrido numa operação ao apêndice. Durante a nossa infância e durante a nossa adolescência, o meu pai nunca nos falava da nossa mãe. Apenas nos dizia que tinha sido uma pintora e uma mulher extraordinária. Fechou os quadros dela numa sala e arrumou as fotografias numa gaveta, que nos proibiu de abrir. Apesar de ter às vezes desobedecido, nunca me lembro de ter manifestado muita curiosidade e quase não reconhecia o rosto naquelas fotografias. Quando o nosso pai se decidiu finalmente a falar-nos da nossa mãe, foi para nos revelar as verdadeiras circunstâncias em que morreu. O segredo que guardou durante 25 anos sozinho tinha-o impedido de nos falar da vida e da obra dela. Ao quebrar esse tabu devolveu-nos a nossa mãe. Mas estas mentiras sucessivas tinham apagado a minha memória da minha mãe, mesmo o momento do seu desaparecimento. Tive então necessidade de reconstruir esta história e reencontrar aquela que me foi roubada pela morte e por um segredo. Ela era pintora, eu sou cineasta. Com a falta de lembranças, são os seus quadros que podem juntamente com o cinema conduzir-me até ela." Mariana Otero