Jean-Pierre Bacri

Jean-Pierre Bacri

Biografia

Ainda criança, Jean-Pierre Bacri descobre a sétima arte graças a seu pai, bilheteiro de um cinema nos fins de semana. Ele deixa a Argélia em 1962, emigrando com seus pais para Cannes. Ali, ele prossegue seus estudos no Lycée Carnot com o objetivo de se tornar professor de latim e de francês. Em 1976 se muda para Paris e desiste de entrar para o ensino, preferindo, ao invés, trabalhar em publicidade. Ele se matricula no Cours Simon, para estudar teatro, mas se interessa principalmente pela escrita de roteiros. Escreve sua primeira peça “Tout simplement” em 1977, depois “Le Timbre (1978), e recebe o prêmio Fondation de la Vocation em 1979, pela sua peça “Le doux visage de l’amour ”.<br><br>Em 1979, Jean-Pierre Bacri consegue seu primeiro papel no cinema, o de um anestesista no filme “O médico”, mas foi seu desempenho no papel de um proxeneta no filme “O Grande Perdão” (1981) que tornou seu rosto familiar junto ao grande público. Ele desempenhou, a seguir, diversos papéis de coadjuvante, aparecendo ao lado de Lino Ventura em “La Septième cible” (1983) ou de Christophe Lambert em “Subway” (1985). Esse filme de Luc Besson trouxe-lhe, em 1986, uma indicação para o César de Melhor Ator Coadjuvante. Dali por diante ele é ator principal no filme de suspense “Mort un dimanche de pluie” (1986), no drama “L'Eté en pente douce” (1987) e nas comédias “Les Saisons du plaisir” (1988), “Mes meilleurs copains” (1989) e  “La Baule-les-Pins” (1990).<br><br> Durante a década de 90, Jean-Pierre Bacri adquire popularidade e se impõe definitivamente no mundo cinematográfico graças aos personagens que ele constrói: frequentemente mal-humorados, rabugentos, mas simpáticos. Em 1993 ele se entrega de novo à elaboração de roteiros com sua companheira Agnès Jaoui, e cria “Cuisine et dépendances”. A peça e sua adaptação cinematográfica foram um sucesso. A frutífera colaboração prossegue com “Smoking/No Smoking”, “Odeio te amar”, “Amores parisienses”, “O gosto dos outros”, filmes com os quais o casal Jaoui-Bacri ganhou respectivamente os César de 1994, 1997, 1998 e 2001 de Melhor Roteiro, e o Prêmio de Roteiro em Cannes, em 2004 com o filme “Questão de imagem”. A não ser no caso de “Smoking/No Smoking”, esses longas metragens foram também interpretados por Agnès Jaoui e Jean-Pierre Bacri.<br><br>Jean-Pierre Bacri, que se ilustrou também nas comédias românticas “ Une femme de ménage” (2002) e “Les Sentiments” (2003), gosta de ser rodeado pelos seus colegas mais fiéis: Alain Chabat, com quem ele contracenou em “Um Susto na Cidade” (1994), “Didier”(1997) e para quem ele empresta sua voz em "Asterix e Obelix : missão Cleópatra” (2002); Nicole Garcia que o dirige em “Place Vendôme” (1998) e “Selon Charlie” (2006) ; e Sam Karmann em “Kennedy et moi” (1999). Em 2008 ele volta a colaborar com Agnès Jaoui com quem escreve “Enquanto o sol não vem”, onde tem o papel principal ao lado de Jamel Debbouze.




Participação nos filmes

  • Adeus Gary
  • Adeus Gary
  • Adeus Gary
  • Adeus Gary
  • Adeus Gary

Adeus Gary

Adieu Gary (França 2009). De Nassim Amaouche. Com Bernard Blancan, Dominique Reymond, Jean-Pierre Bacri, Yasmine Belmadi. Em cores/75’.

Sinopse

Sinopse


No meio de nada, um conjunto habitacional popular cujos moradores já foram embora há alguns anos. No entanto, alguns deles decidiram ficar, mais por escolha do que por necessidade, porque foi lá que nasceram e cresceram. Entre eles, Francis, o operário consciencioso que continua a manter a máquina com a qual trabalhou a vida toda; Samir, seu filho, que voltou para o bairro depois de uma longa ausência; mas também Maria, a vizinha, que vive sozinha com seu filho José, que pensa que seu pai é Gary Cooper. Assim, fica esperando este pai todos os dias num beco deste no man's land contemporâneo, que parece muito com o cenário de um faroeste...
* Grande Prêmio da Semana da Crítica no Festival de Cannes de 2009 *


  • Além do Arco-íris
  • Além do Arco-íris
  • Além do Arco-íris

Além do Arco-íris

Au bout du conte (França 2012). De Agnès Jaoui. Com Agathe Bonitzer, Arthur Dupont, Jean-Pierre Bacri, Agnès Jaoui. Em cores/112’.

Sinopse

Sinopse

Era uma vez uma garotinha que acreditava no grande amor, nos sinais e no destino; uma mulher que sonhava em ser atriz e faria de tudo para conquistar seu sonho; um rapaz que acreditava em seu talento de compositor, mas não confiava muito nele mesmo. Era uma vez uma garotinha que acreditava em Deus. Era uma vez um homem que não acreditava em nada, até o dia em que uma vidente previu a data de sua morte, e finalmente, ele teve que acreditar.
  • Amores Parisienses
  • Amores Parisienses
  • Amores Parisienses
  • Amores Parisienses
  • Amores Parisienses

Amores Parisienses

On connaît la chanson (França 1997). De Alain Resnais. Com Agnès Jaoui, André Dussolier, Jane Birkin, Jean-Paul Roussilon, Jean-Pierre Bacri, Lambert Wilson, Sabine Azema. Em cores/120’.

Sinopse

Sinopse


Os desencontros amorosos de seis personagens, divididos entre suas rotinas profissionais e os dilemas do coração. Ao som de clássicos da música popular francesa, eles viverão alguns mal-entendidos capazes de gerar crises de ciúmes, stress e paixões inebriantes.

  • Assim é a vida
  • Assim é a vida
  • Assim é a vida

Assim é a vida

C'est la vie (França 2017). De Eric Toledano, Olivier Nakache. Com Gilles Lellouche, Jean-Paul Rouve, Jean-Pierre Bacri. Em cores/117’.

Sinopse

Sinopse

Max, um organizador de eventos por trinta anos, está prestes a realizar um grande casamento, mas acredita que tudo irá correr como o planejado. A equipe da festa, que será em um imponente castelo do século XVII, já foi selecionada por ele: garçons, cozinheiros, fotógrafo e músicos. Mas o que ele não imaginava era que, em uma noite repleta de emoções, algumas coisas sairiam do controle.
  • Astérix e Obélix: Missão Cleópatra
  • Astérix e Obélix: Missão Cleópatra
  • Astérix e Obélix: Missão Cleópatra
  • Astérix e Obélix: Missão Cleópatra
  • Astérix e Obélix: Missão Cleópatra

Astérix e Obélix: Missão Cleópatra

Astérix et Obélix: Mission Cléopâtre (França 2001). De Alain Chabat. Com Alain Chabat, Christian Clavier, Claude Rich, Edouard Baer, Gérard Darmon, Gérard Depardieu, Isabelle Nanty, Jamel Debbouze, Jean-Pierre Bacri, Marina Foïs, Monica Bellucci. Em cores/107’. Classificação etária Livre.

Sinopse

Sinopse


Cleópatra, a rainha do Egito, decide construir em três meses um palácio suntuoso em pleno deserto para desafiar o imperador romano Júlio César. Se ela conseguir, isso deverá outorgar publicamente que o povo egípcio é o maior entre todos os povos. Para tal, Cleópatra apela para Numerobis, um arquiteto moderno para a época, cheio de energia. Se ele conseguir, ela o cobrirá de ouro. Se ele fracassar, ela o lançará aos crocodilos. Este, consciente do desafio que o espera, procura ajuda junto ao seu velho amigo Panoramix. O druida viaja ao Egito acompanhado de Asterix e Obelix. Ao seu lado, Amonbofis, o arquiteto oficial de Cleópatra , ciumento com o fato da rainha ter escolhido Numerobis para construir o palácio, vai fazer de tudo para que o seu concorrente fracasse.
"Chabat teve a possibilidade de ousar tudo nesta saborosa combinação de grande espetáculo faraônico e de piadas vivas e rápidas herdadas da telinha" -Télérama.

Coup de foudre

(França 1983). De Diane Kurys. Com Miou-Miou, Guy Marchand, Isabelle Huppert, Jean-Pierre Bacri. Em cores/110’.

Sinopse

Sinopse

Em 1942, na França ocupada, a judia Lena é levada para um campo de concentração, de onde será deportada para a Alemanha. Lá, conhece Michel, legionário francês que lhe oferece a chance de escapar casando-se com ele. Enquanto isso, a jovem Madeleine celebra a união com seu primeiro marido, apenas para vê-lo ser assassinato pela Milícia Francesa pouco tempo depois. Dez anos mais tarde, ambas as mulheres tem um marido que não amam e filhos pequenos para criar. Após um encontro no colégio das crianças, iniciam uma grande amizade, apesar de suas marcantes diferenças de temperamento.

Cuisine et Dépendances

(França 1993). De Philippe Muyl. Com Agnès Jaoui, Jean-Pierre Bacri, Zabou. Em cores/96’.

Sinopse

Sinopse

O jantar organizado naquela noite por Jacques e Martine deveria ser um verdadeiro acontecimento, mas ao invés disso, será uma sucessão de pequenos dramas, acabando numa cena digna de teatro. O atraso de duas horas do convidado de honra e sua mulher, o haddock muito salgado, a misantropia consativa de Georges, a interminável partida de pôquer depois do jantar, tudo contribui para excitar uns e entediar os outros...
  • Didier
  • Didier
  • Didier
  • Didier
  • Didier

Didier

(França 1997). De Alain Chabat. Com Alain Chabat, Caroline Cellier, Isabelle Gélinas, Jean-Pierre Bacri. Em cores/105’. Classificação etária 12 anos.

Sinopse

Sinopse

Jean-Pierre está numa fria: o jogador principal de seu time de futebol está contundido e o clube precisa de uma vitória para não passar à 2ª divisão. Certo dia, no lugar de seu cachorro chamado Didier, Jean-Pierre encontra um homem nu e mudo. Espantado, o treinador acaba por resignar-se: seu cão foi transformado num homem. A pesar dos inconvenientes, a transformação é bem vinda, já que Didier revela seus dons especiais como jogador de futebol!
É a vida

É a vida

La Baule-les-Pins (França 1990). De Diane Kurys. Com Jean-Pierre Bacri, Vincent Lindon. Em cores/94’.

Sinopse

Sinopse


Julho de 1958. Como todos os anos, Frédérique, 13 anos, e Sophie, 8 anos, viajam para Baule com sua governanta para passar as férias. Algum tempo depois, Léna, sua mãe, se junta a eles. Ela encontra também Jean-Claude, seu amante. A chegada repentina de Michel, o marido, vai acelerar o inevitável rompimento...

Enquanto o Sol Não Vem

Enquanto o Sol Não Vem

Parlez-moi de la pluie (França 2008). De Agnès Jaoui. Com Agnès Jaoui, Jamel Debbouze, Jean-Pierre Bacri. Em cores/110’. Classificação etária 12 anos.

Sinopse

Sinopse

De maneira bem humorada, esse filme acompanha a estada de uma mulher durante 10 dias na casa de sua família, no Sul da França, para ajudar a irmã a organizar os bens da sua falecida mãe. Lá ela irá conviver também com o cunhado, sobrinhos e uma antiga empregada, mãe de um rapaz que decide retratá-la em um documentário que ele está produzindo sobre mulheres bem sucedidas. Porém, é agosto, o tempo está ruim e chove muito. Isso não é normal. Mas nada ali está parecendo normal.