Fanny Ardant

Fanny Ardant



Participação nos filmes

  • Lola Pater
  • Lola Pater
  • Lola Pater
  • Lola Pater

Lola Pater

(Bélgica, França 2017). De Nadir Mokneche. Com Fanny Ardant, Nadia Kaci. Em cores/95’.

Sinopse

Sinopse

Após a morte de sua mãe, Zino decide reencontrar seu pai, Farid. Mas, há 25 anos, Farid virou Lola.
  • Melô
  • Melô
  • Melô
  • Melô
  • Melô

Melô

Mélo (França 1986). De Alain Resnais. Com André Dussolier, Fanny Ardant, Pierre Arditi, Sabine Azema. Em cores/112’.

Sinopse

Sinopse


Na Paris dos anos 20, Romaine, esposa de um violinista de orquestra, fica fascinada por um amigo de juventude de seu marido: Marcel Blanc, um solista de carreira internacional que vem jantar em sua casa. Apaixonada por ele, ela instiga seu relacionamento amoroso, mesmo quando seu marido, Pierre, fica doente. Romaine chega a dar a Pierre um tratamento que piora sua doença, mas depois reconsidera a traição. Três anos depois, Pierre cobra de Marcel a verdade.
Adaptação de uma peça de Henry Bernstein, de 1929.

  • Morrer de amor
  • Morrer de amor
  • Morrer de amor
  • Morrer de amor

Morrer de amor

L'amour à mort (França 1984). De Alain Resnais. Com Fanny Ardant, Pierre Arditi, Sabine Azema. Em preto e branco/92’.

Sinopse

Sinopse


Elisabeth e Simon estão profundamente apaixonados há dois meses. Uma noite, Simon entra em colapso e é dado como clinicamente morto. Ele volta à vida pouco depois, mas fica transtornado com a experiência. Apesar da saúde frágil, Simon pretende, dali em diante, aproveitar plenamente sua relação de paixão com Elisabeth. Eles se abrem com Judith e Jérôme, um casal de amigos, ambos pastores protestantes. Simon não quer passar po nenhum teste médico, mas o casal é forçado a lutar contra a possibilidade de sua morte.

  • Nathalie X
  • Nathalie X
  • Nathalie X
  • Nathalie X
  • Nathalie X

Nathalie X

Nathalie... (Espanha, França 2003). De Anne Fontaine. Com Emmanuelle Béart, Fanny Ardant, Gérard Depardieu, Judith Magre. Em cores/101’.

Sinopse

Sinopse

Catherine e Bernard estão em crise. Casados há muito tempo, eles são sufocados pela rotina do trabalho, os muitos anos juntos e inúmeros compromissos. Desconfiada de que ele tenha uma amante, Catherine procura Marlene, uma bela prostituta loira, que passa a ser chamada de Nathalie. Nathalie deve se aproximar de Bernard e descobrir qual o seu segredo. Os relatos da garota são picantes. Ela descreve o que faz com Bernard na cama nos mínimos detalhes. Aos poucos as duas mulheres tornam-se amigas e confidentes. Com o passar do tempo, Catherine descobre muito mais.

  • O Coronel Chabert
  • O Coronel Chabert
  • O Coronel Chabert
  • O Coronel Chabert
  • O Coronel Chabert

O Coronel Chabert

Le Colonel Chabert (França 1993). De Yves Angelo. Com Fabrice Luchini, Fanny Ardant, Gérard Depardieu. Em cores/106’.

Sinopse

Sinopse

O coronel Chabert, oficialmente morto na batalha de Eylau em 1807, reaparece dez anos depois em Paris e exige a restituição de seu nome, posto, fortuna... e mulher! Durante sua ausência, esta se casou em segundas núpcias com o conde Ferraud e teve filhos. Ela recusa-se a reconhecer seu primeiro marido. Aquele homem é quem ele diz ser ou trata-se de um mitômano, um impostor que usurpou a identidade do coronel morto heroicamente no front?
  • Oito Mulheres
  • Oito Mulheres
  • Oito Mulheres
  • Oito Mulheres

Oito Mulheres

Huit femmes (França 2001). De François Ozon. Com Emmanuelle Béart, Catherine Deneuve, Danielle Darrieux, Fanny Ardant, Isabelle Huppert, Ludivine Sagnier, Virginie Ledoyen. Em cores/103’.

Sinopse

Sinopse


O Natal se aproxima. Um assassinato é cometido numa antiga casa isolada. Quem será o culpado? Talvez uma das oito mulheres que frequentam esta casa cercada pela neve. Entre as oito suspeitas, atrizes de maior porte do cinema francês, que aceitaram um modesto cachê para estrelar no filme de François Ozon.
Um dos maiores sucessos de 2001 na França.

  • Os belos dias
  • Os belos dias
  • Os belos dias
  • Os belos dias

Os belos dias

Les beaux jours (França 2012). De Marion Vernoux. Com Fanny Ardant, Patrick Chesnais. Em cores/95’.

Sinopse

Sinopse

Quando decide de aposentar, Caroline não sabe muito bem como ocupar o seu tempo, até encontrar o jovem Julien, com quem passa uma ótima tarde e, apesar da diferença de idade, os dois iniciam uma relação amorosa. Porém, Caroline é casada, e seu marido Philippe vai fazer o que for necessário para recuperar sua esposa.

Pédale Douce

(França 1996). Com Fanny Ardant. Em cores/98’.

Sinopse

Sinopse

Alexandre se dá conta, abismado, que dois de seus mais próximos colaboradores, Adrien e André, são homossexuais. Adrien contudo é casado, pelo que ele próprio diz, com uma bela mulher, Eva, que dirige um estabelecimento reservado para esta clientela. Aparências enganadoras levam Marie, a esposa de Alexandre, a acreditar que seu marido apreciaria também os homens. O caso de complica ainda mais quando este último, seduzido por Eva, resolve ir ao seu restaurante e é surpreendido por sua mulher...
  • Perdrix
  • Perdrix
  • Perdrix

Perdrix

(França 2019). De Erwan Le Duc . Com Fanny Ardant, Maud Wyler , Swann Arlaud. Em cores/99’.

Sinopse

Sinopse

Desde que a enigmática Juliette Webb (Maud Wyler) entrou em sua vida, Pierre Perdrix (Swann Arlaud) não tem sido mais o mesmo. Atingindo a sua rotina e modificando os seus dias como um meteorito emocional, a presença da moça fez com que, indiretamente, toda a família Pedrix tenha repensado suas vidas.
  • Retratos da Vida
  • Retratos da Vida
  • Retratos da Vida
  • Retratos da Vida
  • Retratos da Vida

Retratos da Vida

Les Uns et les autres (França 1981). De Claude Lelouch. Com Fanny Ardant, Jacques Villeret, Jean-Claude Brialy, Nicole Garcia, Raymond Pellegrin. Em cores/180’.

Sinopse

Sinopse

A vida de várias famílias no decorrer do século passado, especialmente no período relativo à Segunda Guerra Mundial, é o fio narrativo que rege essa extravagância de Lelouch. Bailarinos, líderes de grupos musicais, maestros, pop stars e outros personagens entrecruzam-se na história de três gerações pontuada por canções e danças, a mais famosa sendo a cena final com o “Bolero” de Ravel em frente à Torre Eiffel. A coreografia é do francês Maurice Béjart, que aparece em cena ao lado do bailarino Jorge Donn. Para o diretor, um de seus filmes mais populares, exibido durante mais de um ano consecutivo em São Paulo, é “um espetáculo de três horas para rir e chorar, com pequenos e grandes momentos de uma vida, decididos por uns, vividos por outros. Homens e mulheres que vivem em países diferentes, mas que falam uma mesma língua: a música. É por ela que eles irão se encontrar, se amar, se defrontar e nos distrair, de 1936 até nossos dias. No filme, não há os bons e os maus, mas os dias bons e os dias ruins. São pessoas como você e eu, e talvez até mais frágeis, por causa de sua sensibilidade musical. Para melhor amá-los, vamos primeiro conhecer a geração mais velha, a dos pais. Isso nos levará ao pré-Segunda Guerra e então ao momento da guerra e do pós-guerra. São os anos mais longos e loucos da história dos homens.”