Mosso Mosso (França, 1998).
De Jean-André Fieshi, Jean Rouch. Cores. Duração 73’.
Este encontro com Jean Rouch cabe na exatidão do « como se », no qual se evoca o que se tornou para ele uma regra de vida e de cinema : « Ao se fazer ‘como se’, se está muito mais próximo da realidade ». E, enquanto Jean Rouch, rodeado de seus amigos de sempre, Damouré e Tallou, fingisse filmar um filme entitulado « La Vache Marveilleuse », Jean-André Fieschi conseguia abarcar o homem e seu método ; rende-se, aqui, uma homenagem emocionante imbuída do espírito do cineasta. É em sua relação, próxima e respeituosa, com seus cúmplices africanos de sempre, Damouré et Tallou, que se descobre plenamente o cineasta, inventivo e camaleão, em osmose com a África.Parceiros da Cinemateca da Embaixada da França no Brasil podem solicitar a locação de uma das cópias deste filme.
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